O responsável pelo desenvolvimento de elétricos da marca francesa acredita que o Zoe poderá vir a ter um preço aproximado a de utilitários com motor a combustão.

Gilles Normand, responsável pela divisão de modelos elétricos da Renault, diz que as vendas do Zoe (na imagem) cresceram 90% entre 2016 e 2017, graças à introdução da versão com bateria maior Zoe Z.E. 40 (que anuncia autonomia para percorrer 400 km e que começa hoje nos 25 mil euros, sensivelmente mais 10 mil euros (a que se somar 70 euros por mês do aluguer das baterias) que a versão de acesso do Clio). Como tal, entende que modelos como o Zoe poderão vir a custar o mesmo que outros modelos do mesmo tamanho movidos a motor térmico até ao final da década. Ouvido pelo Financial Times, Normand acredita que a evolução das baterias e o envolvimento de mais marcas e fornecedores será decisiva nesse aspeto a médio-prazo. Com carros do segmento C, o mesmo deverá acontecer a meio da próxima década, segundo o francês.

A nova geração do Zoe deverá ser lançada em 2018.

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